MANILA, Filipinas – Os funcionários da embaixada filipina em Roma, Itália, não são responsáveis por um veículo de P1,8 milhões do posto diplomático que foi roubado em 2017, decidiu a Comissão de Auditoria (COA).
A COA em plenário, numa decisão datada de 3 de fevereiro, mas divulgada apenas na quarta-feira, 14 de abril, citou a Secção 105 do Decreto Presidencial n.º 1445 ou o Código de Auditoria Governamental das Filipinas, que estabelece que um funcionário público responsável pode ser considerado responsável pela perda ou dano de propriedade governamental se a evidência estabelecer negligência.
A COA agiu mediante o pedido do Departamento de Assuntos Estrangeiros (DFA) apresentado em nome dos funcionários da embaixada que solicitaram alívio da responsabilidade patrimonial sobre a carrinha Mercedes-Benz Sprinter que foi roubada há quase 10 anos.
"Esta Comissão não encontra culpa ou negligência que possa ser atribuída à PE (Embaixada Filipina), Roma, Itália, pelo roubo da carrinha. Esta Comissão considera que existe uma base razoável para conceder o pedido de alívio da responsabilidade patrimonial com base nos documentos apresentados", afirmou a COA.
O roubo foi registado pela câmara de televisão de circuito fechado da embaixada no estacionamento da chancelaria para os veículos de serviço da embaixada.
Com base nas imagens de CCTV, uma pessoa com um casaco com capuz aproximou-se do veículo após a meia-noite de 27 de novembro de 2017, entrou e saiu com o veículo em menos de um minuto.
A embaixada reportou o roubo à polícia local e também alertou o Ministério dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação Internacional italiano sobre o ocorrido. A embaixada recebeu uma indemnização de seguro de 20.000 euros pelo veículo roubado. – Rappler.com


